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API e webhooks

Os seus sistemas podem conversar com o Dashboard Mágico de duas formas:

  • pela API, que lê e altera os dados da organização — usuários do portal, entidades, conectores, páginas e o resto do que o dashboard mostra;
  • por webhooks, que avisam o seu sistema na hora em que algo acontece, sem que ele precise perguntar.

Tudo isso fica em Sistema › API (/dashboard/api), em quatro abas:

AbaO que você encontra
Tokens de APIOnde criar o token que as suas aplicações usam na API. Veja Tokens de API.
WebhooksOs endpoints que recebem os eventos e o histórico de cada envio. Veja Webhooks e Entregas.
Limites de RequisiçãoQuantas requisições a API aceita. Veja Rate limiting.
DocumentaçãoAtalhos para a documentação da API, a especificação OpenAPI, a coleção Postman e os exemplos de payload de webhook.

Para abrir essa tela, a sua função precisa ter acesso aos tokens de API (veja Membros). Sem ele, o dashboard mostra um aviso de acesso negado.

Workspace nas chamadas da API​

O token identifica a organização. O workspace vai no header X-Workspace-Id, com o ID que aparece em cada cartão de Sistema › Workspaces. Enquanto a organização tem um só workspace, o header é opcional; a partir do segundo, toda chamada precisa dizer em qual workspace age. Veja Organização e workspaces.

Nesta seção​

  • Tokens de API — como as suas aplicações se autenticam na API.
  • Webhooks — cadastrar, testar e proteger os endpoints que recebem eventos.
  • Entregas — acompanhar cada envio e reenviar o que falhou.
  • Eventos de webhook — o formato do payload e os eventos disponíveis.
  • Rate limiting — os limites de requisições e o que acontece quando você passa deles.

A referência completa dos endpoints está na seção API do menu superior (comece pela introdução), e as ferramentas para agentes de IA, na seção MCP.